Paralelos entre Tenda Mirim e Núcleo Mata Verde

Continuando com o estudo da doutrina seguida pelo Núcleo Mata Verde, iremos agora estudar alguns pontos em comum entre a doutrina ensinada pelo Caboclo Mirim e a praticada no Núcleo Mata Verde.

Estaremos fazendo um paralelo entre a liturgia da Tenda Mirim e a do Núcleo Mata Verde.

Lembramos que o ritual da Tenda Mirim é também a origem das orientações do Primado de Umbanda.

Para cada item faremos um breve comentário; deixamos claro que a finalidade deste texto é somente apresentar dentro do estudo doutrinário algumas semelhanças entre a liturgia da Tenda Mirim e a do Núcleo Mata Verde e que em hipótese alguma pretende dizer o que é certo ou errado na Umbanda.

Lembramos também que não possuímos atualmente nenhum vínculo com a Tenda Mirim e nem com o Primado de Umbanda, seguimos uma doutrina chamada de Umbanda Os Sete Reinos Sagrados.

1)Ausência do sincretismo religioso

Na Tenda Mirim e no Núcleo Mata Verde não fazemos uso do sincretismo religioso.

Abaixo alguns comentários sobre a origem do sincretismo religioso africano/católico.

Quando os escravos (de várias nações africanas) foram trazidos ao Brasil foram “obrigados” a se converterem ao cristianismo pelos Jesuítas.

Acreditavam os Jesuítas que estavam cumprindo uma missão divina, salvando as almas daqueles pagãos africanos e também as almas dos “donos” da terra – os índios brasileiros.

Os africanos tinham sua religião, que na sua origem era o culto aos Orixás – divindades africanas; assim também os índios tinham sua própria forma de se relacionarem com suas divindades.

Através do sincretismo religioso os escravos encontraram uma forma segura de poderem continuar adorando seus Orixás, Inquices e Voduns sem serem importunados pelos cristãos.

Para cada Santo Católico (que era a religião dos Jesuítas) relacionaram um Orixá.

Abaixo uma pequena amostra deste sincretismo. (lembramos que a finalidade deste texto não é se aprofundar no estudo do sincretismo religioso):

Ogum => São Jorge

Oxossi => São Sebastião

Xangô => São João Batista

Iansã => Santa Barbara

Omulu => São Roque

Para cada um dos Orixás, do panteão africano, foram relacionados santos católicos.

Os escravos buscavam nas imagens e nas características dos santos católicos, semelhanças com seus orixás.

Imagem de um Congá encontrada na internet

Imagem de um Congá

Desta forma, podiam continuar adorando suas divindades sem que os Jesuítas soubessem que estavam pedindo forças aos Orixás.
Quando os escravos se ajoelhavam diante da imagem de São Jorge e faziam suas “orações” eles estavam pedindo forças ao Orixá Ogum, enquanto os Jesuítas que os acompanhavam acreditavam que eles estavam convertidos ao cristianismo (catolicismo) e estavam rezando para São Jorge.

É importante registrar que o sincretismo é regional, ou seja, em cada estado do Brasil os escravos fizerem um relacionamento santo – Orixá diferente.

Exemplo:

Ogum em São Paulo/Rio de janeiro => São Jorge
Ogum em Salvador => Santo Antonio

Oxossi em São Paulo/Rio de Janeiro => São Sebastião
Oxossi em Salvador => São Jorge

Em função desta relatividade e lembrando a ausência de Santos católicos na África e considerando que os Orixás são forças criadoras e mantenedoras do universo e não possuem forma humana. (na visão doutrinária seguida pelo Núcleo Mata Verde, semelhante aos orixás fun fun ).

Lembrando que os Santos foram pessoas comuns (espíritos) que passaram pela Terra e que depois foram “canonizados” pelo Papa, autoridade somente da igreja católica e não da Umbanda.

Por estes motivos é que não seguimos o sincretismo.

2) Não utilizamos imagens de santos católicos

Assim como na Tenda Mirim, também não utilizamos imagens de santos católicos em nosso congá.
As razões são múltiplas, entre elas a ausência do sincretismo religioso na doutrina seguida pelo Núcleo Mata Verde.

A única imagem existente é de Cristo (oxalá) que falaremos mais adiante.

3)Congá sem imagens

No congá (altar) do Núcleo Mata Verde não são utilizadas imagens de santos, anjos ou de trabalhadores da umbanda como caboclos, pretos velhos, ciganos, baianos etc…

No congá utilizamos somente elementos naturais representativos da força dos orixás na natureza: Pedras (cristais), água, fogo (velas), incensos (ar),plantas (matas) etc…

O Caboclo Chefe da Casa é identificado somente pelo seu ponto riscado colocado no conga.

A única imagem existente é de cristo (Oxalá) o médium supremo, o homem perfeito, exemplo a ser seguido.

4)Graus iniciátícos

Na Tenda Mirim os graus são em número de sete, abaixo relacionados:

1º Grau: médiuns Iniciantes (I)

2º Grau: médiuns de Banco (B)

3º Grau: médiuns de Terreiro (T)

4º Grau: Sub-Chefes de Terreiros (SCT)

5º Grau: AChefes de Terreiros (CT)

6º Grau: Sub Comandantes Chefes de Terreiros (SCCT)

7º Grau: Comandantes Chefes de Terreiros (CCT)

No Núcleo Mata Verde também são sete graus:

grufogo21º Grau: Abaré Tatá – Sacerdotes do fogo

2º Grau: Abaré Yby – sacerdotes da Terra

3º Grau: Abaré Ybytu – sacerdotes do Ar

4º Grau: Abaré Y – sacerdotes da água

5º Grau: Abaré Caá – sacerdotes das Matas

6º Grau: Abaré Abá – sacerdotes dos homens

7º Grau: Abaré Angá – sacerdotes das Almas

Em relação as entidades os graus são idênticos:

1º Grau: Bojámirins

2º Grau: Bojás

3º Grau: Bojáguassús

4º Grau: Abarémirins

5º Grau: Abarés

6º Grau: Abaréguassús

7º Grau: Morubixabas

5) Forte influência da tradição indígena

Os trabalhos são sempre dirigidos por Caboclos e é usual a utilização de termos de origem Tupi dentro do ritual:

Abarés, Bojas, Guassu, Mirim, Tatá, Yby, Ybytu, Caá, Y, Abá, Angá, Abá Mirim, Abá Guassu, Morubixaba etc…

Indio2Normalmente os Terreiros desta tradição são sempre comandados por Caboclos (ler o texto: A origem da doutrina )

O Caboclo tem uma responsabilidade muito grande dentro do ritual do Núcleo Mata Verde; no desenvolvimento mediúnico o Caboclo sempre é a primeira linha de trabalho a ser firmada no médium.

É ele sempre que responde pelo médium, e todas as demais linhas de trabalho sempre atuam com a orientação e supervisão do Caboclo.

6) Ausência de rituais católicos

No Núcleo Mata Verde não é comum o uso de elementos católicos dentro do ritual.
Não fazemos usos de imagens de santos, não fazemos novenas, não rezamos terço, não fazemos procissões etc…

Não existe nenhuma restrição quando a datas católicas, como por exemplo, sexta-feira santa, quaresma, carnaval etc…

7) Forte influência do espiritismo

No Núcleo Mata Verde estudamos as obras da codificação espírita, assim como as demais obras literárias da doutrina Kardecista.

Como já expusemos no texto sobre a origem do ritual do Núcleo Mata Verde, recebemos uma influência muito grande das orientações do Caboclo Mirim.

Caboclo Mirim da mesma forma que o Caboclo das Sete Encruzilhadas (fundador da umbanda no Brasil) tiveram suas primeiras manifestações dentro de reuniões espíritas de orientação kardecista.

Além de estudar as obras espíritas, os membros do Núcleo Mata Verde estudam entre outros assuntos a mitologia africana e principalmente a doutrina dos sete reinos sagrados.

8) Obrigatoriedade do estudo aos filhos do Terreiro – estudo doutrinário

É obrigatório o estudo dentro do Núcleo Mata Verde. Seus membros para subirem de grau devem estudar os assuntos propostos.

Não aceitamos uma umbanda que não considera o estudo como ponto principal da evolução espiritual; entendemos que para progredir espiritualmente é necessário o estudo complementando o aprimoramento moral.

A fé sem o equilíbrio da razão é o caminho mais curto para o fanatismo religioso, provocando sérios desequilíbrios emocionais, mentais e espirituais, o que pode em certas circunstâncias, desembocar numa encarnação inútil sem nenhuma evolução espiritual.

9) Ensinamentos Cristãos

No Núcleo Mata Verde separamos bem Jesus, Oxalá e Deus.

Deus (Olorum, Zambi): o criador de todo o universo.

Oxalá: o orixá regente do reino da humanidade, responsável pela criação humana; é pura energia, é a manifestação da fé.

Jesus: Um homem (espírito encarnado) que passou pela Terra e que tinha uma alta evolução espiritual. Consideramos Jesus o espírito de maior envergadura espiritual que já se encarnou em nosso planeta.

É o homem perfeito, um exemplo a ser seguido por toda a humanidade. Seus ensinamentos transmitem a pureza de sua alma e são a base de um caminho seguro para a evolução espiritual.

Seu estudo é feito através do livro espírita – O Evangelho Segundo o Espiritismo.

10) Ausência de rituais de origem africana

Nos Terreiros de Umbanda comandados por Pretos-Velhos é muito comum possuírem rituais de origem africana, como exemplo podemos citar alguns: bori d’água, bori de sangue, camarinha, confirmação, feitura, coroação, deitada, recolhimento, mão de faca, mão de pemba etc..
Estes rituais oriundos do Candomblé, chegaram até a Umbanda através do culto Omolokô e de outros cultos de origem afro-brasileiros.

No Núcleo Mata Verde, os únicos rituais existentes são: os rituais de iniciação em cada um dos sete reinos e o amacy.

11) Ausência do corte

Não aceitamos em hipótese algum o uso de corte (sangue) dentro do ritual de umbanda.

pomba-brancaEntendemos como natural o uso deste tipo de ritual nos cultos africanos, de origem milenar e tribal, onde se ofereciam aos deuses o que de  melhor tinham para oferecer.

Neste caso a comida com toda certeza era um dos produtos de maior valor; então para cada Orixá se ofereciam frutas, bebidas e animais.

Esta pratica era muito comum em religiões antigas onde se aplacavam a ira dos deuses com oferendas, inclusive em algumas épocas eram realizados sacrifícios humanos.

No caso da Umbanda, por ser uma religião moderna e brasileira, acreditamos ser desnecessário este tipo de prática.

Atualmente respeitamos também o uso nas práticas religiosas que tentam preservar suas tradições africanas  como Candomblé e demais cultos de Nação.

Com o estudo da doutrina dos sete reinos, aprendemos a utilizar as vibrações de todos os sete reinos presentes na natureza sem a necessidade de sacrifícios de animais.

As folhas, ervas, plantas, frutas, aves e animais pertencem ao reino das Matas (quinto reino) e esta energia é muito importante para todos nós.

Podemos utilizar a força deste reino (o axé dos orixás) através das plantas, folhas, frutas, seivas, flores e quando necessário o contato com os animais, mas sempre de forma saudável respeitando e preservando a vida.

Quem nunca afagou um cachorro ou outro animal de estimação  e recebeu em troca a afeição e carinho do animal?

Quem nunca chegou em casa irritado, nervoso e com as brincadeiras e a aproximação do animal se acalmou e tranqüilizou?

12) Uso somente de roupa branca

No Núcleo Mata Verde da mesma forma que na Tenda Mirim utilizamos somente uniformes na cor branca.

copy-mataverde2012.jpgAtravés da padronização do uso do branco evitamos por parte de alguns médiuns, excessos de vaidade.

Também mostramos que dentro do Terreiro todos são iguais e caminham juntos na busca das respostas e da evolução espiritual.

Não é permitido o uso de cocares, pulseiras, chapéus, punhais, capas, etc…

Mesmo nos trabalhos dos Guardiões (Exus e Pomba giras) usamos somente o branco.

O uso e guias (cordões) é limitado a guia do reino e a guia do grau, sendo proibido o uso de muitas guias penduradas no pescoço, mesmo para os médiuns oriundos de outras casas.

13) Consultas somente com Caboclos e Pretos Velhos

Todos os trabalhos públicos e as consultas são feitas somente pelos Caboclos e Pretos Velhos.(semelhante a Tenda Mirim)

Nas reuniões fechadas, nos dias de desenvolvimento mediúnico, trabalhamos com as demais linhas de sustentação do Terreiro: Ogum, Xangô, Iansã, Iemanjá, Oxossi, Baianos, Boiadeiros, Linha dos Bugres, crianças, Exus e Pomba Giras.

Nos dias de festa é permitido a consulta na linha das crianças (27 de setembro)

14) Pontos Cantados sempre em português

Os pontos cantados sempre em Português e de preferência em harmonia com o ambiente, evitando-se gritarias e atabaques ensurdecedores.

Respeitando sempre os presentes e os vizinhos.

Manoel Lopes – Dirigente do Núcleo Mata Verde

Você pode gostar...

13 Resultados

  1. carolina luz disse:

    gostaria de entender melhor sobre os graus das entidades…

  2. Ricardo Jonker disse:

    Após ler o texto eu me convenço ainda mais que não existe nada mais certo do que a famosa frase: Umbanda é coisa séria para gente séria. porque vamos ficar inventando modas?
    Abraço meus irmãos.
    Ricardo – Palhoça – Santa Catarina

  3. Marta disse:

    Concordo em absoluto com os vossos procedimentos.
    Gostaria imenso que existissem em Portugal.
    Cumprimentos,
    Marta

  4. Talita disse:

    Sinto falta do atabaque, qdo o Ogan sabe tocar ele fica suave, deixa a vibração leve…eleva os animos…
    Sinto falta dos ciganos tambem nessa descricao…
    Mas de qualquer forma gostei muito do terreiro e ainda espero conhece-lo melhor…

  5. Junior Souza disse:

    Sou novato dentro da Umbanda e venho buscando através dos estudos entendê-la melhor. Gostaria de saber se podem me esclarecer sobre uma dúvida. Achei muito sensata a doutrina apresentada baseada nos 7 reinos sagrados, onde a formação do nosso universo é feito pelo intermédio dos orixás primordiais Ogum, Xango , Iemanja e demais, porém no texto a seguir no item consultas é dito: ” Nas reuniões fechadas trabalhamos com as demais linhas de sustentação do Terreiro: Ogum, Xangô, Iansã, Iemanjá, Oxossi, Baianos, Boiadeiros, Linha dos Bugres, crianças, Exus e Pomba Giras.”.
    Minha pergunta seria: Porque está colocado Baianos, Boiadeiros, exus e etc, como mesma atuação de trabalho dos orixas, Ogum, Xango e etc ? Qual a diferença, tendo em vista que muitos centros não aceitam linha de trabalho como baianos e boiadeiros por exemplo.

    Desculpa se não me fiz entender, mas sou iniciante como falei.

    Muita LUz.

    • admin disse:

      Olá Junior,

      Inicialmente quero agradecer sua participação e sua visita ao site do Núcleo Mata Verde.
      Vou responder de forma simples e objetiva para que você entenda como trabalhamos aqui em nossa casa.
      Existem estes sete reinos que são regidos pelos sete Orixás regentes que você já citou em seu comentário.
      Estas “sete forças”são pura luz,vibração e nós não incorporamos estas forças que são os Orixás regentes.
      Entendemos que estas forças estão presentes em todos os lugares e todos nós, espiritos encarnados ou não, estamos ligados a estas forças primordias por afinidades espirituais.
      É a partir deste conceito que vamos ter Caboclos que trabalham na vibração de Ogum, Caboclos que trabalham na vibração de Xangô etc…
      Além dos Caboclos todos os espiritos que se manifestam na umbanda estão de alguma forma vinculados a estas sete forças primordiais, independente de serem Caboclos,Pretos Velhos, Crianças, Exus,Baianos, Boiadeiros, Frades, etc…
      Portanto independente da linha que o espirito pertença ele sempre estará vinculado a um ou mais reinos ou forças primordias.(Orixás).
      Abraços,

      Manoel Lopes

  6. joaogomes disse:

    que bom que o conhecimento do primado a escola de mirim
    deram muitos frutos .
    creio que seja importante doutrinar e transmitir o conhecimento do amor da fe e a espiritualidade comungamos a mesma escola ,nasci na tenda espirita mirim e agradeço pelo ensinamento de amor as forças da natureza aos nossos cablocas pretos velhos e orixas

  7. Paz de cristo em nossos corações. Irmãos em cristo, estou na umbanda, desde os quatro (4) anos, por ataques de es´piritos, que não me queriam vivo, mas a Umbanda de todos nós, me socorreu, e aqui estou, e e estou procurando aprender, pois com vinte anos de luta, perdi minha tia avô, e minha mãe e avós todos da umbanda, não esta Umbanda que hoje aos quarenta e cinco (45) anos que estou nela admiro as duas a que fui feito e aque venho estudando e querendo seguir: (a Umbanda branca do caboclo Mirim) o Sr. Caboclo Cobra Coral, vem me auxiliando muito nesse prossesso, a vinte e cinco (25) anos venho estudando, e reconheci que nada sei. Gostaria de vossos conselhos, pois, fui consagrado a trinta (30) anos e não fiz mais a cabeça, como se fala. Não quero mais, seguir esse tipo de rituais, tenho mão de faca, mas faço o possivel para não praticar, este centro que frequento, a trinta e três (33)anos praticamente esta fechando. Tenho cinquenta (50) anos e não quero parar , quero continuar praticando a caridade. Obs.: tenho um cogar em casa, gostaria de saber se devo ter. Não dou consuta em casa, é só para segurançã e oração. obrigado , e muita paz .

  8. Cristina disse:

    Manoel, boa noite!
    Como foi incorporado os termos em Tupi dentro do ritual? Foi o Caboclo chefe que foi trazendo estas informações? Como é vivido o período da quaresma na Doutrina do Núcleo?
    (ah! obrigada por responder minhas questões! Abraços de Luz)

    • mlopes disse:

      Cristina,

      Boa parte dos termos em Tupi são oriundos da Tenda Mirim, que é de 1920.
      Estes termos foram originalmente apresentados pelo Caboclo Mirim juntamente com a doutrina da Casa naquela época.
      No caso do Núcleo Mata Verde outros termos em Tupi foram adicionados, juntamente com a doutrina seguida por nós, pelo Caboclo Mata Verde.
      Em relação a quaresma, trabalhamos normalmente.
      Abraços,

      Manoel

  9. Elson disse:

    Atabaque eu numca usei meu terreiro tem 17 anos,abri ele em 1993 e numca senti falta de atabaque , nos aqui so canticos e palmas baixo ,pra nao pertubar o silencio publico.
    Sacrifiçio de animais numca gostei disso, nada contra quem gosta.
    Imagens sempre usei de caboclos ,pretos velhos,boiadeiros, marinheiros,Bahianos,Exus e Pomba gira,sopra facilitar o Medium de ter uma noção como e mais ou o guia que ele trabalha.
    Sempre usamos vermelho pra ogum, e Marrom pra Xango.
    mas vejo medium de umbanda usando Azul pra Ogum e vermelho e branco pra Xango.
    Ai penso na codificaçao como fica, faço um apelo para as federações de Umbanda criar um livro, um evangelho de umbanda unico e que nele fale uma so lingua ,fale uma so cor para cada orixa, e uma saudaçao aos orixa so na umbanda e unica para não aver incerteza e nem oportunismo.
    grande abraço a todos, Elson Rondonopolis MT

  10. Elson disse:

    comcordo com varios itens escrito ai , menos o de usar roupas de varias cor como,por por exemplo o verde de caboclos, batas vermelho pra Ogum,chapeu para os bahianos e alguns pretos velhos,eu aqui em dia de gira de Exu na ultima sexta feira de cada mes,eu e os mediuns usamos a calça branca e a camisa preta padronizado, que tambem fica legal, e dias espcificos a Ogum todos usar calça branca e camisa vermelha.
    esse e meu estilo aqui, mas concordo tambem com o estilo de vcs ai tambem ja que o branco e paz.

  11. Carlos Eduardo disse:

    Por mais de 20 anos frequentei a Casa Branca de Omolu e, pelos meus estudos, sempre achei a doutrina, rituais e liturgia simples e sem nenhuma sofisticação.

    Há uma similitude, gostaria até de sugerir que pesquisassem no Site, acho a proposta daquela Casa muito apropriada.

    http://www.casabrancadeomolu.com.br

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Responda a pergunta *

Provided by orange county short sale specialist